Sobre autodescobertas...
Li em algum lugar que, “não importa o quão interessante você seja, nunca será o suficiente para alguém que não sabe o que quer”. Meu mundo parou e encaixou um pouquinho por um momento. A autodescoberta latente, tornou-se realidade.
Saber o que EU quero já é metade do caminho e claro, inspiração para quem ainda não descobriu suas motivações. Contudo, relacionar-se com quem ainda não descobriu o motivo de querer acordar todas as manhãs é além de cansativo, é nocivo.
Projetar quem somos em nós mesmos e não no outro, faz com que não nos percamos em essência. Decepções são substituídas por expectativas e frustrações pessoas, e na pior das hipóteses, tornam-se experiências, mas não cicatrizes.
As relações ficam mais suaves, além dos relacionamentos românticos, também o profissional, família e amizades. Compreender que cada um de nós está percorrendo uma estrada diferente deixa o caminho mais leve.
E você, sabe o que quer?
Lute contra a correnteza, desprenda-se das âncoras, jogue fora as muletas, saia da sua zona de conforto. Independente da figura de linguagem, só... faça.
Faça o caminho inverso. Fique confortável. Seja estranho, brinque de “quem eu quero me quer também”. Cante alto, teste seus pulmões sozinho, olhando-se no espelho da vida. Diga que está apaixonado por si mesmo enquanto sente o vento soprar em seu rosto e bagunçar seus cabelos. Coma o leite condensado direto da latinha. Dance na chuva, aprecie a beleza das tempestades, trovões e raios, sem esperar pela luz do sol. Pense nos números de telefone que você lembra de cabeça, não importa de quem ou de onde, pode ser da pizzaria, da sua vó ou de uma vizinha, essas pessoas são as mais importantes para você. Leia livros. Ouça músicas...
Fique em êxtase!
Descubra algo novo, e quando o novo tornar-se velho, reinvente-o.
Conheça-se!
E acima de tudo, ame essa autodescoberta.
Saber o que EU quero já é metade do caminho e claro, inspiração para quem ainda não descobriu suas motivações. Contudo, relacionar-se com quem ainda não descobriu o motivo de querer acordar todas as manhãs é além de cansativo, é nocivo.
Projetar quem somos em nós mesmos e não no outro, faz com que não nos percamos em essência. Decepções são substituídas por expectativas e frustrações pessoas, e na pior das hipóteses, tornam-se experiências, mas não cicatrizes.
As relações ficam mais suaves, além dos relacionamentos românticos, também o profissional, família e amizades. Compreender que cada um de nós está percorrendo uma estrada diferente deixa o caminho mais leve.
E você, sabe o que quer?
Lute contra a correnteza, desprenda-se das âncoras, jogue fora as muletas, saia da sua zona de conforto. Independente da figura de linguagem, só... faça.
Faça o caminho inverso. Fique confortável. Seja estranho, brinque de “quem eu quero me quer também”. Cante alto, teste seus pulmões sozinho, olhando-se no espelho da vida. Diga que está apaixonado por si mesmo enquanto sente o vento soprar em seu rosto e bagunçar seus cabelos. Coma o leite condensado direto da latinha. Dance na chuva, aprecie a beleza das tempestades, trovões e raios, sem esperar pela luz do sol. Pense nos números de telefone que você lembra de cabeça, não importa de quem ou de onde, pode ser da pizzaria, da sua vó ou de uma vizinha, essas pessoas são as mais importantes para você. Leia livros. Ouça músicas...
Fique em êxtase!
Descubra algo novo, e quando o novo tornar-se velho, reinvente-o.
Conheça-se!
E acima de tudo, ame essa autodescoberta.
Texto: Lili Dantas
Arte: Henn Kim



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